sábado, junho 20, 2009

Quero:


Poder beijar-te...
Apenas tocar-te...
Unir nossos corpos...
Lentamente,
Olhar-te.

Jogar qualquer jogo...
Ouvir tua voz...
Rir,
Gargalhar sem parar,
Em qualquer lugar.

Caminhar a teu lado...
Abraçar-te...
Rumo ao infinito...
Longe, bem longe...
O que quero, é:
Sonhar.

Dizer: gosto de ti...
Inventar desculpas para nao te largar...
Apenas para te ter,
Sempre comigo.

4 comentários:

suspiro de baunilha disse...

Ui que o amor é uma coisa lindaaaa!!!

najla disse...

O estado de paixão é muito bom......dá-nos este lado sonhador.

beijinhos e bom fds

entremares disse...

Ele - Amas-me ?
Ela - Claro que te amo. Acaso duvidas?
Ele - Não, não… claro que não… sabes como é, são aqueles pensamentos parvos que às vezes nos assaltam o cérebro…
Ela - Isso nem parece teu… e se não te conhecesse, diria que isso era conversa do teu amigo Luís… ele é que anda sempre com teorias estranhas…
Ele - …
Ela - Ah… então sempre tinha razão… isto é conversa do teu amigo Luís…
Ele - Ora, não foi nada de especial… estávamos só a falar de mulheres…
Ela - De mulheres? Plural? E eu, quem sou eu? Querem ver que agora estou a partilhar o meu marido com outra, é isso ?
Ele - Claro que não, meu amor… foi só uma conversa inocente, já sabes como é o Luís…
Ela – Pois… engana-me, que eu gosto… e qual era o tema da conversa inocente, pode saber-se?
Ele – Patetices, não ligues…
Ela – Claro que ligo. Agora que me espicaçaste a curiosidade, quero saber…
Ele – Coisas do Luís, sabes como ele é, para ele tudo tem a ver com dinheiro, é só isso…
Ela – Não percebo.
Ele – É simples… o Luís acha que as mulheres só gostam dos homens com dinheiro, que isso do amor e uma cabana é só um conto de fadas…
Ela – Ai é? Não me digas…
Ele – Eu disse-te, patetices do Luís…
Ela – Claro, claro… mas diz-me… e tu?
Ele – Eu o quê, meu amor?
Ela – Tu, sim… o que lhe respondeste, a semelhante parvoíce?
Ele – Eu ? Pois … claro que lhe disse isso mesmo, que era uma parvoíce…
Ela – A sério ?
Ele – Claro que é a sério… tu sabes que para mim o dinheiro não significa nada, mas rigorosamente nada… por isso é que nunca fui rico…
Ela – Está bem, está bem, mas olha lá… também não é preciso exagerares… lá que não sejamos ricos, é uma coisa… mas também não me estou a ver a ir morar para debaixo da ponte… nem oito, nem oitenta…
Ele – A sério, meu amor… nós não precisamos de dinheiro… temo-nos um ao outro… não é maravilhoso?
Ela - …
Ele – Eu amo-te, sabias?
Ela – Sim, sim… mas há pouco sentia-me um pouco mais descansada do que agora…
Ele – Não te preocupes… o amor vence tudo… e olha, agora se não te importas, tenho que ir comprar o jornal, antes que feche o quiosque…
Ela – Vai sim, vai…

Ela – João…
Ele – Sim, meu amor?
Ela – Já agora… não te esqueças de meter o euromilhões, está bem ?

PS. Dizia o Jô Soares nos seus programas que " O dinheiro não compra a felicidade... mas lá que acalma os nervos, acalma... "

Rafael disse...

Belo poema, moça,,,
Bjs